_Parece que a patrocinadora oficial da seleção brasileira de futebol levou um golpe de marketing, mas ao analisarmos melhor a questão, vemos que a questão diz mais respeito aos interesses da Confederação Brasileira de Futebol e não exatamente aos da Nike. Já falamos por aqui dos problemas legais que a Adidas enfrentou recentemente por conta da insistência em patentear uma logo que não apresenta distinções marcantes o bastante para caracterizá-la como um produto original. Dessa vez, o uso de argumentos fracos embasados em designs pouco marcantes foi feito pela parte contrária, e a empresa européia levou a vantagem esperada nas cortes brasileiras._ _É notório que parte do apelo da camisa oficial da seleção vendida pela Nike é justamente a oficialidade do produto, o uso do emblema da CBF e a verossimilhança com o uniforme utilizado em campo. Agora resta saber se alguma atitude artística será tomada em resposta à última decisão, ou se as marcas vão insistir em resolver as questões de design na justiça._
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