Fachin, apesar da desconfiança que gira em torno de seu nome (tendo em vista suas atuações em período anterior à nomeação à alta corte), é um juiz sereno e ponderado. Concordo com as colocações feitas pelo ministro. Ninguém está acima da lei - ao mesmo que tempo que todos estão sujeitos ao erro. Por mais que possam parecer redundantes, as duas orações são, na verdade, complementares. Ela elucida muito bem que o juiz, enquanto pessoa, NÃO é a lei. É, na verdade, um empregado a seu favor. Nesse sentido, como todo empregado, pode cometer enganos, erros e até utilizar de sua função para algo indevido / ilegal. E, principalmente nesse ultimo caso, sofrer o ônus das sanções. Não sei vocês, mas, para mim, só faltou o Ministro tocar no nome de seu conterrâneo, Sérgio Moro, para que a mensagem ficasse ainda mais direcionada.
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