A guerra comercial em curso, entre Washington e Pequim, tem colocado Trump em uma situação agressiva junto à sua equipe econômica na implementação da política monetária. Acredito não ser salutar esse embate interno, que leva a implicações externas inclusive, entre o chefe do Executivo e a autoridade monetária nacional, se bem que ele tem se comportado assim, como um chefe, ou melhor, um sheriff do mundo, por ora muito anti-democrático em pleno século XXI. É válido ressaltar que segundo o presidente americano, o Federal Reserve FED deveria reduzir a taxa de juros, pra assim alavancar a economia, ou seja, propõe uma política monetária expansionista clássica, focando aparentemente exclusivamente em aumentar o nível de atividade econômica americana, mas altera também todo o fluxo de capital pelo mundo. Por outro lado, o banco central possui uma visão técnica, sistêmica e conjuntural, haja vista que em economia tudo possui uma implicação sistêmica, ou seja, alterar a taxa de juros da economia requer um acompanhamento do nível de capacidade ociosa, da taxa de inflação, da taxa de desemprego (apesar de estar em um patamar histórico mínimo), da taxa de inflação e inclusive da economia concorrente, no caso, capitaneada em Pequim.
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