O cadastro positivo de bons pagadores, em termos microeconômicos, atua no sentido de corrigir as assimetrias de informações sobre os consumidores, haja vista que ao acessar o histórico de pagamentos do tomador de crédito, o mercado financeiro terá mais informações sobre os consumidores na concessão de crédito, o que em termos práticos minimiza os riscos de calote, já que, se o score (nota que varia de 0 a 1000, sendo 1000 a melhor nota) for bem avaliado, terá disponibilizado crédito com uma taxa de juros menor, pois a chance de calote pelo mercado tende a ser menor. No Brasil já existe o cadastro de negativados, o que impossibilita a tomada de novos créditos no mercado. De fato, a ideia do cadastro em termos gerais pode ser benéfica ao grupo de consumidores, que são chamados de “bons pagadores”, logo serão beneficiados pelo mercado. Tal medida, pode incentivar a redução da inadimplência. Ressalto que além de ser “bom pagador”, esse agente econômico precisa ter renda, logo, a estabilidade macroeconômica brasileira também é uma variável determinante para esse indicador.
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