Uma boa notícia, por mais passageira que seja. Ao meu ver, esses resultados são já reflexos práticos da política econômica de Bolsonaro, capitaneada pelo Ministro Paulo Guedes. Segundo a reportagem, "A meta central de inflação deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância varia de 2,75% a 5,75%. A meta é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), que está estacionada há mais de um ano na mínima histórica de 6,5%.". Em julho, a previsão é de alta. Mas ao que tudo indica, não afetará a expectativa governamental, uma vez que já esperam um crescimento impulsionado pelo setor de energia elétrica.
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