O acordo é, ao meu ver, um retrocesso de um projeto que caminhava para trazer uma melhor realidade orçamentária ao Brasil, tratando quase que de forma isonômica boa parte da população, deixando alguns privilégios ainda (inclusive para os policiais), por conta das especificidades do trabalho. Não que a Reforma não seja mais válida. Ainda é - e muito! Sem ela, o Brasil não suportará muito tempo. Mas ela poderia ser ainda melhor se determinados grupos tivessem consciência coletiva, de nação e aceitassem privilégios menores. Segundo o exposto, quando a Reforma chegar no Senado, pedirão ainda mais. Tomara que os senadores não cedam. Fica difícil pensar em um país mais desenvolvido com cada um pensando apenas no próprio umbigo. Sigamos.
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