É notória a mudança na conformação da economia internacional, haja vista os eventos em curso pelo mundo contemporâneo. Em termos práticos, não há inovação no que tange ao pano de fundo de todas as motivações. Basicamente, o principal fato advém da guerra comercial (economia chinesa e o domínio da tecnologia do 5G) entre Washington e Pequim, que são as maiores economias do globo terrestre, com base em suas produções no ano de 2018, ou seja, resume a busca pela hegemonia econômica e geopolítica no cenário mundial. Diante disso, elas encabeçam uma “marcha messiânica” pelo mundo em busca de novos parceiros, mas também voltam-se para sua economia doméstica, principalmente liderada por Donald Trump. Alterações nesse sentido são determinantes para a entrada e saída, de novos vendedores e compradores, “parceiros”, impactando na oferta e na demanda de bens e serviços. Todo esse movimento, evidencia o nível de abertura econômica das economias, ao voltarem-se para o mercado externo, que levam a diferentes consequências no curto, médio e longo prazos. =No caso do Brasil e da Argentina, as principais economias sul americanas (ao aproximarem-se da União Europeia UE que é uma potência econômica) implica na redução da participação dos Estados Unidos na América, o que vai de encontro às expectativas consolidar-se como hegemonia, na América, o que potencializa o diálogo entre essas economias, no sentido de pactuarem novos acordos.=
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