Pelo visto, ao que tudo indica, a retomada do crescimento econômico não será em 2019 haja vista que o governo federal acaba de cortar a sua projeção de crescimento para este ano de 1,6% (anunciada anteriormente) para 0,81 %, ou seja, foi reduzida à metade, com destaque para a lentidão da economia em função de choques e com os investimentos em compasso pela espera da Reforma da Previdência. A expectativa do governo, por ora ficou de acordo com o número calculado pelo mercado, cuja expectativa é de uma alta de 0,82%. Diante dessa previsão, seguimos aguardando os efeitos da Reforma Trabalhista, cujo discurso da situação política endossava, que seria alavancado o nível de produção da economia brasileira (Por que ainda persiste tamanho nível de desemprego no mercado de trabalho?). Nesse sentido, a implementação de uma política de austeridade, inclusive, que visa o superávit primário, coloca nas mãos do mercado, a expectativa de que o mesmo assumirá o protagonismo dos investimentos, tão necessários para a geração de renda, que é produto e que também é despesa na economia.
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