A análise de dados, à luz da ciência econômica, é um procedimento de suma importância, haja vista a possibilidade de se levantar informações a partir dos números. Ao estabelecer uma variável dependente, e identificar suas variáveis explicativas, com o auxílio da econometria (instrumental baseado na teoria econômica, na estatística e na matemática) como método científico na análise dos fatos, que a partir de modelos econômicos, que visam explicá-los, tornando-os objeto de análise socioeconômica, passíveis de tomadas de decisões específicas pelos agentes econômicos (famílias, empresas, governo) no curto, médio e longo prazos. Sabemos que os ciclos econômicos, de expansão e contração (políticas econômicas e crises) ao longo da História, fazem parte do modo de produção Capitalista, o que por ora justifica um acompanhamento pela ciência e pela medicina as variáveis que atuam negativamente, seja na prevenção ou na cura, preventivos e curativos, tendo em vista que essas situações podem colocar em risco o capital humano de uma sociedade. Nesse sentido, a divulgação desses dados, traz à pauta questões que podem, influenciar esse capital de uma nação, negativamente. O que na prática coloca-nos diante desse tipo de informação, que “Segundo dados de 2016 da Organização Mundial da Saúde OMS, quase 80% dos suicídios são reportados em nações de rendas baixa e média (ao promover questionamentos acerca da eficiência e da eficácia alocativa dos mercados) e parte significativa dos casos ocorre em zonas distantes dos grandes centros” (FRAGA; Olívia, 2019). O mercado, por si só, é capaz de mitigar essas externalidades negativas, que muito se atentam contra a vida dos agentes econômicos?
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