Você é do time que não começa uma conversa com alguém novo sem antes descobrir pelo menos o signo e o ascendente da pessoa? Entre 2016 e 2017, as buscas por vídeos de astrologia no YouTube aumentaram 67%. No Facebook, a procura pelo termo cresceu 116% e, lá no Twitter, o assunto passou a ser 3 vezes mais comentado ao redor do mundo. Depois de alguns anos esquecida lá nas seções de horóscopo de revistas e jornais, a astrologia vive agora um novo hype. E são as novas gerações que estão impulsionando essa popularidade: 4 em cada 10 millennials (os nascidos entre as décadas de 80 e 90) e 47% da geração Z (aqueles que vieram ao mundo no fim dos anos 90) disseram acreditar plenamente nos astros. Essa é a parte da população mundial que mais vem buscando respostas para lidar com suas incertezas e instabilidades num momento de hiperinformação e crise de confiança generalizada. Além disso, as gerações mais jovens vêm se mostrando cada vez mais afastadas das crenças religiosas. Aí, quando nada mais parece fazer sentido ou ser verdadeiro, os astros caem como uma luva ao permitir que as pessoas se conectem com a espiritualidade de forma totalmente individualizada.
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