O superministro da economia Paulo Guedes anuncia que serão liberados R$ 63 bi do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço FGTS e Programa de Integração Social. A priori a expectativa ao lançar mão dessa prática, o chefe da pasta do Ministério da Economia visa liberar recursos para a economia, de modo a fomentar o aumento do nível de consumo agregado da economia brasileira, ao injetar em curtíssimo prazo recursos monetários na economia, na expectativa de que os agentes econômicos consumam nos mercados (digamos uma política Keynesiana). O ex-presidente Michel Temer lançou mão de uma medida análoga, enquanto seguia com a pauta da legislação sobre o teto de gasto público, e ao meu ver serviu como um agrado de curto prazo aos agentes. Na atual conjuntura, seguimos com previsões pessimistas, de especialistas do mercado financeiro, com relação ao nível de produto da economia brasileira. Deve-se ter em mente, que se a pasta visa alavancar o crescimento econômico, curto prazo, deve implementar políticas sistematizadas, incluindo as variáveis investimento agregado e exportações líquidas agregadas (exportações - importações).
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