Continuo minha publicação anterior com essa excelente notícia. A inserção do capital privado só tem a agregar às instituições e, claro, dar maior eficácia à utilização das verbas "públicas". Como se sabe, não existe "almoço grátis" e tampouco "universidade gratuita". Existem, sim, dinheiro saindo de algum lugar, para custear as despesas provocadas por esta atividade. Por mais nobre que seja, mesmo a educação envolve gastos e não deve ser regida pela lógica eufemística de que "é um investimento que se justifica em si mesmo". Interessante, por fim, ressltar que, segundo a própria reportagem, "Antes da adesão das universidades, o MEC fará uma consulta pública sobre o Future-se nos próximos 30 dias, pela internet. A área jurídica do ministério ainda estuda quais pontos terão de ser aprovados pelo Congresso Nacional para entrarem em vigor", o que demonstra um caráter democrático e deliberativo na gestão, em minha opinião.
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