Em economia, principalmente agora no século XXI, toda análise deve orientar-se por fatores endógenos e exógenos à ela, ou seja, em termos locais, regionais e globais, haja vista o nível de integração comercial (mundo ocidental e oriental) e o respectivo grau de dependência econômica existente. Quando falamos sobre a economia brasileira, por exemplo, devemos ter em mente, que ela se insere no mercado regional e mundial de modo distinto, ofertando e demandando bens e serviços de acordo com o seu parceiro comercial. Em termos práticos, estamos inseridos como consumidores de bens industriais, alta tecnologia e de alto valor agregado e vendemos uma pauta primária exportadora majoritariamente, que ainda persistente, que reproduz um neocolonialismo contemporâneo, aquele denominado por Divisão Internacional do Trabalho DIT. A américa latina, seria um agregado de países nesse mesmo escopo global. Os atuais conflitos geopolíticos e comerciais, envolvendo as duas maiores economias do mundo, Estados Unidos e China, respectivamente podem ser elencados como fatos mais expressivos, nesse momento, pois as implicações no que tange a alteração da conformação dos mercados globais (e parceiros), segue em curso.
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