Economia e política (já ouvimos bastante anúncios sobre políticas econômicas) possuem uma relação intrínseca e evidenciam os conflitos de interesses travados entre os agentes econômicos (famílias, empresas, governo), haja vista que, o último fato a nível de ilustração foi o embate travado entre Governo e construtores, sendo aquele favorável à liberação dos saques das contas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço FGTS (digamos a implementação de uma política econômica de Estado Keynesiana) e esses agindo em contrariedade, já que o interesse nesse recurso para alavancar (e financiar) a indústria da construção civil brasileira. A equipe econômica, diante da necessidade de alavancar o nível de atividade econômica no curto prazo, visa liberar os saques das contas ativas e inativas, com a expectativa de que esse recurso seja destinado ao consumo, o que pode levar à melhora dos indicadores econômicos no curto prazo. Devemos ressaltar que a mensuração do Produto Interno bruto PIB do Brasil é o somatório das variáveis agregadas de consumo, investimento, gastos do governo e exportações líquidas (exportações - importações). Nesse caso, o que está sendo implementado, de modo alinhado, para à promoção dos demais componentes, para além do curto prazo, vislumbrando-se de modo integrado o médio e o longo prazo?
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