Sabemos que o fluxo de capital especulativo nas praças financeiras pelo mundo são orientadas pela cartilha clássica do investidor racional, cuja lógica orienta-se pela busca da minimização dos riscos e maximização dos retornos envolvidos, nas ordens de compra ou venda, dos ativos financeiros e monetários. Acompanhar o principal índice da Bolsa de Valores (B3) brasileira, o Ibovespa, e a taxa de câmbio (o mercado cambial) orienta no que tange a identificação do fluxo de capital estrangeiro, de imediato, ou seja, a alta e a queda (ou a valorização e desvalorização da moeda doméstica) respectivamente, aos pares, evidenciam a entrada e a saída de recursos estrangeiros em nosso mercado. Constatamos assim, que as informações e expectativas dos agentes financeiros (com relação à rentabilidade de um determinado ativo) subsidiam suas tomadas de decisões, que resultam nas ordem de compra ou venda, aumentos e baixas de cotações, ofertas e demandas e equilíbrios e desequilíbrios nos mercados (financeiro e cambial).
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