Pelo visto a agenda do Mercado Comum do Sul Mercosul segue atuante, dirigida fortemente pelas maiores economias do hemisfério, Brasil e da Argentina, que tem assumido um tom de porta voz dos anseios dos demais países que compõem o bloco, ou seja, inclusive os do Uruguai e do Paraguai. Sabemos que essas economias possuem muitas características em comum, haja vista seus processos de formação histórica, a pauta de exportações e o nível de desenvolvimento econômico. Ao anunciarem o fim dessa cobrança, reforçam a intenção de integrarem-se mais regionalmente, enquanto parceiros econômicos. A mais recente questão envolvendo esse bloco refere-se à retomada das negociações acerca da implantação de um mercado comum integrando-o à União Europeia. De antemão, a implementação desse acordo será objeto de muita discussão entre os envolvidos, uma vez que expõe setores pouco competitivos de ambos os grupos, expondo-os às competitividades externas, ou seja, envolverá a alteração de vários mercados que conformam a atividade econômica desses países, sendo os países do Mercosul mais vulneráveis às concorrentes industriais europeias, que por ora estarão reféns da competição agrícola com os países sul-americanos, o que irá corroborar para a Divisão Internacional do Trabalho DIT(escopo no qual o sul é especializado na pauta primário exportadora e os países do norte nos bens e serviços de elevado valor agregado).
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