A política na modernidade está cada vez mais próxima das novas tecnologias, da internet e, claro, das redes e mídias sociais. Considero interessante tratar disso, até porque nosso queridíssimo Sparkle é um... (pausa para introdução ao próximo capítulo). Enfim, qualquer mecanismo que integre pessoas e que possa propiciar (em algum nível) uma deliberação ou discussão já é um ambiente próprio para que a política ganhe força. Nesse sentido, gostaria de, brevemente, reviver um estudo meu, com o consequente apontamento de diferenças entre as famigeradas "Mídias Sociais" e as "Redes Sociais". Você já sabe a diferença? Você sabia que ambos já existiam mesmo antes do advento da internet? Pois é... Vamos lá! Rede Social x Mídia Social. “Rede social é compreendido [com base no entendimento extraído de minha pesquisa] como um grupo de pessoas que tem algum relacionamento ou interesse mútuo. Importante lembrar, contudo, que essa definição acabou ganhando um novo significado com o surgimento da internet, afinal ela simplificou as interações entre as pessoas e a aproximação virtual delas. Por isso hoje, quando falamos de rede social, nos remetemos à internet, afinal ela proporcionou uma verdadeira revolução nos relacionamentos entre pessoas. Cabe lembrar, ainda, que essa é a proposta de vários portais online, isto é, pretendem servir como facilitadores das relações e interatividade entre as pessoas, tal como, por exemplo, os famosos facebook, instagram, twitter e MESMO O SPARKLE! [Feliz acréscimo que fiz ao estudo e à lista de Redes Sociais!]. É possível visitar portais referentes à personalidade política, acompanhar as publicações, se informar, criticar – e até convidar amigos a fazerem o mesmo, provocando alto grau de adesão. É um bom modo de um representante saber se tem ou não o respaldo da população para determinada medida. As redes sociais fortalecem e possibilitam, além do já levantado no presente texto, o aprimoramento do processo de discussão pública. Porém, como isso se implementa? Isso se dá através da divulgação de vídeos, textos (normalmente oriundos de mídias sociais – alô, Sparkle!!!) e até enquetes oficiais sobre determinados temas. O espaço é aberto para críticas – pesadas ou não –, elogios e, inclusive, sugestões. Embora muitos desses perfis online sejam administrados por assessores de nossos representantes, estes não deixam de sentir as repercussões positivas ou negativas que suas páginas compreendem, afinal, o espaço deliberativo ali é amplo o bastante para que grande parte da população (e eleitorado) manifeste seu posicionamento e cobre outros do agente político.” *Boa parte do aqui apresentado diz respeito a trabalho de conclusão de curso apresentado por mim.
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