Continuando a falar sobre as redes sociais, que ainda são objeto de meus estudos sobre democracia e, claro, sobre política. Em publicações anteriores, tratamos de diferenciar Redes Sociais de Mídias Sociais. As redes sociais, objeto que fora tratado no publicação anterior, têm primordial peso na construção da democracia moderna, sobretudo pela sua interatividade. Porém, isso pode assumir uma face dual, isto é, uma positiva, outra negativa Nesse sentido, a comunicação pelo mundo virtual permite ao interlocutor ter uma visão mais ampla da situação e do contexto que abrangem a questão em pauta. Contudo, perde em comparação com outros meios por provocar um distanciamento com a realidade física do outro, cujas características também podem ser essenciais a quem quiser buscar o pleno entendimento. Entretanto, hoje em dia, graças à tecnologia em constante avanço, já é possível envolver diálogos e, inclusive, comunicações mais amplas, com áudio e imagem. Aplicativos e programas cada vez mais complexos substituem o telefone (citado anteriormente por Lévy - doutrinador francês) e provocam uma comunicação virtual ainda mais plena. As redes sociais, nesse contexto, têm se adequado e aderido aos avanços que a internet possibilita e, por isso, constituem um marco inovador e fundamental no avanço para o novo espectro de vida em sociedade, levando em consideração o mundo interligado e globalizado. Por conseguir aglomerar pessoas com interesse comum, as redes sociais apresentam uma extensa possibilidade de complementação dos meios democráticos, sobretudo virtuais. A discussão proporcionada aliada à deliberação e participação instantânea de diversos agentes fazem com que as redes sociais online sejam largamente ricas cultural e socialmente falando. Por vezes, surgem movimentos sociais oriundos de tal espaço. *trecho (com adaptações) extraído em boa parte de trabalho de conclusão de curso apresentado por mim, em que parte da pesquisa era direcionada a estudar democracia digital e inclusive, as redes sociais.
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