=As estrelas= Você já olhou para o céu hoje? Para a abóbada luminosa que envolve nosso planeta? O que acontece por lá? As fornadas gigantes de alta atividade são as estrelas. Elas nascem, vivem e morrer. Se transformam em hidrogênio — a substância mais comum no universo —, produzem energia e os muitos dos elementos químicos básicos que conhecemos. =O nascimento= No espaço, existem enormes massas de gases e poeira, que formam as nebulosas. Em suas estruturas, os gases vão ocupando volume cada vez menor. Aos poucos, essas massas de gás atraem mais matéria dos arredores; a gravidade vai desempenhando um importante papel do processo. O peso das camadas externas fica tão grande que a pressão faz com que a temperatura aumente também. Até chegar numa determinada situação que as reações alteram os núcleos dos átomos. Ou seja, os núcleos de átomos de hidrogênio vão se transformando em hélio, energia e partículas. É aí que se nasce uma estrela. =A vida= Seu ciclo de vida é bem longo se comparado às nossas escalas comuns. O Sol, por exemplo, já tem cerca de 5 nilhões de anos, e provavelmente vai durar mais outros 5 bilhões. Variam entre ciclos maiores e menores, de acordo com suas massas. As que têm maior massa transformar em seus interiores elementos químicos pelo processo de fusão, até o ferro. Outros elementos mais pesados, como o chumbo e o ouro, surgem em explosões que alteram profundamente as estrela: as supernovas. As de menor massa também sofrem mudanças significativas ao longo de suas existências. =A morte= Quando o processo de fusão nuclear está perto de se esgotar, o volume de algumas estrelas aumentam muito e logo encolhe rapidamente, deixando em torno de si uma parte de sua matéria. O Sol deverá ter um final parecido com o dessas estrelas. Ele aumentará excessivamente de volume engolindo os planetas que estão ao seu redor (talvez até a Terra), e depois diminuirá de volume. As estrelas, pontos de luz brilhantes e fascinantes, são as unidades geradoras de toda a matéria prima que conhecemos, dos compostos da vida, do carbono que é gerado em seus interiores. Temos muito a ver com as estrelas. *Fonte: ABC da Astronomia*
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