Segundo manchete, o país cria 48.436 vagas formais em junho, melhor saldo para o mês em 6 anos. A notícia chega em uma conjuntura econômica nacional na qual o volume de desempregados encontra-se na ordem dos 13 milhões de brasileiros, com base nos dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD. A situação macroeconômica configura-se pelo controle da taxa de inflação (não sei se podemos comemorar, haja vista que essa política relaciona-se com a elevada taxa de desemprego – Tradeoff de curto prazo entre a política monetária de combate à inflação e o aumento da taxa de desemprego), pela estagnação dos investimentos (o país precisa de uma política de fomento aos investimentos, de médio e longo prazos, pois assim haverá implicações no nível de atividade econômica e expansão da oferta de bens e serviços resultante do efeito multiplicador da renda) e pelo aumento da pobreza (a redução da renda dos agentes econômicos, distancia o país da promoção do desenvolvimento econômico nacional). O Governo aposta no setor privado, para a retomada do crescimento econômico, a partir de financiamentos privados. Espero que sejamos conduzidos a uma situação melhor, pois estar à margem de uma situação de bem estar, chega a ser desumano, já que pertencemos (ou não) à 9ª economia do mundo.
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