Apesar da desvalorização cambial do real frente ao dólar observada no primeiro semestre do Governo Bolsonaro constatamos, de acordo com essa manchete, que os gastos dos brasileiros no exterior sobem 3,6% em junho e 2,5% em um ano. Um histórico de moeda doméstica desvalorizada favorece o aumento das exportações da economia, uma vez que o produto nacional torna-se mais competitivo no mercado externo, pois o poder de compra em dólar aumenta. O Banco Central do Brasil BACEN mensura esse volume de transações entre residentes e não residente de um país, em uma contabilização realizada no Balanço de Pagamentos BP (um balanço de transações correntes e de capitais), que considera o saldo em transações correntes (balanço comercial, de serviços e transferências unilaterais) e o saldo na conta de capitais, em termos práticos. A gestão do estoque de divisas estrangeiras compete à autoridade monetária nacional, no caso o BACEN, já que uma economia aberta e integrada à economia global deve seguir estruturando-se no mercado cambial, tanto com base na conjuntura doméstica quanto na externa.
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