A configuração do comércio internacional segue em alteração constante, principalmente no que tange ao interesse geopolítico pelo globo terrestre, capitaneado pelos Estados Unidos da América EUA chefiado por Donald Trump. Desde o ano passado, a economia americana vem colocando em prática contra a economia chinesa sanções na esfera comercial, chamada de guerra comercial, mas que na verdade configura-se como uma questão geopolítica (também chamada de Guerra do 5G), motivada pelos avanços tecnológicos de Pequim. Tal fato, tem colocado os representantes de ambas potências em destaque pelo mundo. O “capitão americano” com o seu discurso (que divide opiniões) tem inaugurado o Trumpismo, haja vista que o mesmo personifica o recrudescimento de uma onda conservadora em uma das maiores democracias do mundo, ao se opor às questões de igualdade de gênero, aborto, direitos LGBT e proteção ambiental. Nesse sentido, a relação que envolve Jair Bolsonaro fundamenta-se pela aproximação quanto ao posicionamento político diante desses temas e pelo interesse em estabelecer-se como potência comercial diante do Brasil. Suscitar uma parceria Trump-Boris-Bolsonaro, de fato, seria com certeza para a abertura de um caminho para a aliança transatlântica entre os países por eles representados (dentre eles, Boris é o mais sensato, ao meu ver), mas em política, já sabemos como funcionam as questões de poder.
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