=Ativos= A demanda por ativos no mundo capitalista evidencia o interesse dos agentes econômicos (famílias, empresas, governo) por retornos financeiros, e reproduzindo a fatídica evidência econômica, de que capital gera capital, tudo em observância à lógica da otimização, minimizando riscos (seja a partir da diversificação da carteira de investimentos, da aquisição de seguros e ou informações adicionais) e maximizando os retornos, no contexto de um mercado financeiro globalizado, _"Um ativo é algo capaz de produzir um fluxo de dinheiro ou serviços para seu proprietário. Uma casa, um prédio de apartamentos, uma caderneta de poupança ou ações da General Motors são ativos. Uma casa, por exemplo, produz um fluxo de serviços de moradia para seu proprietário, mas, se ele não quiser viver nela, pode alugá-la, obtendo assim um fluxo monetário. De modo semelhante, os apartamentos de um prédio podem ser alugados, produzindo assim um fluxo de renda de locação para o proprietário do prédio. Uma caderneta de poupança em um banco paga juros (geralmente mensais) que são reinvestidos na própria conta. "(PINDYC, RUBINFELD; 2013; pág. 168)._ =O valor da informação= O processo de tomada de decisão pelos agentes econômicos, nos mercados, é determinante para a otimização de recursos (naturais, materiais, financeiros, monetários) e deve ser bem estruturado. A nível de exemplificação, podemos citar o fluxo de capitais no mercado financeiro, que hoje encontra-se em um elevado nível de integração entre as principais praças financeiras do mundo, principalmente quando nos referimos ao capital especulativo, que orienta-se no sentido de maximizar retornos e minimizar os riscos, na lógica diária do day trade, em busca das melhores oportunidades de negócios entre a abertura e o fechamento dos pregões. Nesse sentido, os analistas de investimentos em ativos, sejam eles financeiros, monetários, reais e agora os criptoativos, seguem atentos às informações disponíveis, de modo a orientar-se no sentido de fundamentar as decisões, de compra/ ou venda, a partir de análises conjunturais da economia, tanto a nível mundial quanto regional. _“A tomada de decisão de um consumidor, com frequência, baseia-se em uma quantidade limitada de informações. Se uma maior quantidade de dados estivesse disponível, o consumidor poderia fazer previsões mais seguras, reduzindo, assim, os riscos. Como a informação é uma mercadoria valiosa, as pessoas pagarão por ela. O valor da informação completa é a diferença entre o valor esperado de uma escolha quando existe informação completa e o valor esperado quando a informação é incompleta.” (PINDYC, RUBINFELD; 2013; pág. 166)._ PINDYCK, Robert; RUBINFELD, Daniel. Capítulo 5: Incerteza e comportamento do consumidor. In: PINDYCK, Robert; RUBINFELD, Daniel. Microeconomia. São Paulo: PEARSON, 2013.
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