Quando falamos em economia, a maioria das pessoas se assustam, uma vez que a linguagem remete ao economês, que tanto desinforma (segrega) e nada agrega os não familiarizados com os termos da área. Por exemplo, essa manchete traz um fato que muitas vezes passa despercebido aos olhos dos agentes econômicos, a influência da cultura na mudança de hábitos de consumo e o surgimento de novos mercados (nichos de mercados). Nesse sentido, foi abordada a "febre” do gin entre os brasileiros e suas implicações no mercado da bebida, no Brasil. Curiosamente, a bebida é habitualmente consumida na Europa, mas caiu no gosto de muitos brasileiros, o que tem fomentado a indústria de bebidas alcoólicas nacional a entrar nesse nicho de mercado, dada demanda crescente. O fato é tão surpreendente, que tem surgido bares especializados em ofertá-la exclusivamente (mostra que há uma demanda grande pela bebida). Confesso que já me rendi ao seu consumo e hoje em dia, enquanto consumidor, afirmo que ela é um produto alternativo à caipirinha, por exemplo.
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