Pelo visto as políticas de austeridade fiscal implementadas, e em curso, na esfera federal tendem a chegar nas esferas estaduais e municipais. Acredito que por envolver recursos públicos, deve haver uma avaliação, caso a caso, de modo a não onerar a máquina, nos processos de privatizações. Julgo ser necessário privatizar empresas públicas ineficientes, cujos mercados já ofertem bens e serviços de qualidade, e que haja concorrência, não criando assim, um mercado monopolizado. Confio no potencial prepulsor do Estado, no fomento de investimentos estratégicos de alto impacto social, o que pode conduzir a ciclos de crescimento e a processos de desenvolvimento econômico (desenvolvimentismo), de impacto regional e nacional. Nesse sentido, enquanto contribuinte, espero que sejam feitos estudos técnicos, principalmente no que tange a eventual formação de monopólios, e que dependendo do negócio, seja bem supervisionado pelas agências de regulação (cuja atuação tem deixado muito a desejar). O Conselho de Administração e Defesa Econômica CADE possui recurso técnico oara supervionar esses professos de privatização, logo, que haja protagonismo da técnica em detrimento ao protagonismo político,que reproduz ineficiências.
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