A atual conjuntura macroeconômica brasileira apresenta números insatisfatórios às reais necessidades dos agentes econômicos nacionais (famílias, empresas, governo). O mercado de trabalho afeta diretamente a vida desses agentes, tanto no que diz respeito à geração de renda quanto à evolução do nível de consumo, por exemplo. A Reforma Trabalhista, após dois anos, implementada em 2017 apresenta-se no sentido da valorização do trabalho individual, ou seja, aquele cujo discurso baseia-se empreendedorismo individual, que associa -se ao chamado processo de pjotização da economia (reflexo, inclusive, da precarização do trabalho). É válido ressaltar que não estamos falando de uma força de trabalho extremamente qualificada e de valor agregado, com poder de negociação, mas sim de um grande “exército industrial de reserva", parece anacronismo, mas não é ao aplicarmos nos dias de hoje essa definição marxista. Em suma, essas alterações são determinadas por uma onda que reforça a Divisão Internacional do Trabalho DIT, na qual agora além de ofertar uma pauta de exportações primário exportadora, seguimos a ofertar trabalho precarizado, inserindo-nos em um escopo, cujo custo-benefício atende aos interesses do capital. Então empreendedores, inovadores séria melhor, tendo em vista a escassez dos recursos de capitais a serem aplicados em um negócio, atentem-se quanto à proteção do seu dinheiro, a valorização do que você já possui, aprenda a calcular os riscos, leve o tempo necessário (tome decisões orientadas em informações seguras).
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