Sabemos que a experiência, do mundo ocidental, nas relações comerciais (aquelas realizadas em mercados) e no escopo do modo de produção capitalista, produz e aloca riqueza por onde passa atualmente (mas também passamos por experiência colonial predatória, como colônias de exploração, que hoje se expressa, por exemplo, com a Divisão Internacional do Trabalho DIT). Nesse sentido, podemos afirmar que os mercados também falham e geram ineficiências, a principal, ao meu ver, é ao reproduzir um fluxo de concentração da renda, promovendo agravo da situação da desigualdade social (a partir do aumento do fosso entre pobres e ricos). Em tempos de crises, fica evidente o aumento dos agentes econômicos (famílias, empresas, governo) à margem do modo de produção capitalista. A desigualdade de oportunidades, pela qual passam esses agentes, retroalimentam o ciclo vicioso da desigualdade econômica e social pelo mundo. É válido ressaltar que um NOBEL em economia, que envolva estudos sobre essa temática alimenta esperanças, no que tange a superação/ mitigação dos efeitos sociais dessa elevada concentração de renda.
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