O atual presente e candidato à reeleição Maurício Macri comemora o melhor dado em 13 meses, que nos informa que a economia argentina cresce pela primeira vez desde o início da crise. Segundo informação oficial, a atividade se 2,6 % em maio graças ao impulso do campo (o setor agrícola se expandiu-se em 49,5% com relação a maio do ano passado). Será essa notícia resultado da política de econômica implementada pelo presidente? A reposta estará mais clara nos próximos dados, mas de antemão, esses dados de crescimento econômico, dada a crise e suas repercussões para a Argentina, servirão como retórica política, na recém-iniciada campanha eleitoral. É válido ressaltar que esse dado não é reflexo exclusivo de fatores internos à economia, mas também à determinantes exógenas, como ajuda financeira do Fundo Monetário Internacional FMI (para evitar o colapso total da economia) e o fluxo externo de dólares, em busca de maiores taxas de juros (que estão na ordem dos 59%). É válido ressaltar que a superação da crise dos Hermanos beneficia totalmente a economia brasileira, haja vista a destinação da nossa exportação de veículos, por exemplo. Nesse sentido, torcemos pelos Hermanos, pois aqui já estamos em sinal de alerta há tempos, com essa crise sem fim de nosso vizinho, parceiro e cliente.
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