O Brasil é impressionantemente demagogo. Quem o judiciário pensa que é para interferir em ATO PRIVATIVO do Executivo? O juiz deveria ter, liminarmente, extinguido a ação. Não se trata de questão onde o judiciário deva dar pitaco. É cargo de confiança do presidente da República. Legalmente, não importa o motivo do presidente para a nomeação. Ele não precisa explicar pra ninguém. Não é um caso onde caiba a acusação de nepotismo. Parafraseando famoso comentarista esportivo: a regra é clara! O presidente indica, o Senado faz a sabatina e aprova. O Judiciário fica de olho para ver se as regras serão observadas. Se não, aí sim ele se movimenta (mediante provocação). Mas claro: apenas para cuidar dos aspectos formais. O nome a ser indicado não pode ter afetação pelo judiciário.
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