Nesse caso, é óbvio que uma das estratégias do Ministério Público seria "cercar" determinados julgadores, principalmente aqueles de nossa Suprema Corte. Toffoli, entre eles, recebe uma especial atenção, sobretudo por ser presidente do STF e (talvez ainda mais) sofrer da desconfiança de muitos por sua suposta proximidade ideológica ao Partido dos Trabalhadores - responsáveis, inclusive, por sua indicação à cadeira. Um dos principais pontos levantados diz respeito a reforma em apartamento do Ministro, executada pela OAS. Conforme reportagem anexa "em suas primeiras reuniões com os procuradores da Lava Jato em 2016, os advogados da OAS contaram que a empreiteira havia participado de uma reforma na casa de Toffoli em Brasília. Os serviços tinham sido executados por outra empresa indicada pela construtora ao ministro, e ele fora o responsável pelo pagamento."
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