Concordo plenamente, de fato “É preciso apagar a ideia de que reduzir a desigualdade é coisa de Comunista”. A experiência do mundo ocidental, que atualmente não se limita a ele (mas expandiu-se quase à totalidade do globo terrestre), mostrou-se altamente eficaz no fluxo de geração de bens e serviços (principalmente em volume e escala do nível de crescimento econômico) e no estoque de riqueza de uma Nação e a geração de bem estar (lógica do desenvolvimento econômico). Sabemos que a alocação dos recursos, em muitos mercados, não se dá de modo eficiente. Nesse sentido, a questão da distribuição é colocada em pauta, podendo incorrer a ineficiências distributivas, inequidades e consequentemente ao aumento do fosso social, o que pode ser determinante na qualidade (ou na falta de qualidade) de vida dos agentes econômicos. As inovações tecnológicas assumem o protagonismo nos ganhos de produtividade (ajudam inclusive no tange a superação da limitação e finitude dos fatores de produção), principalmente no mundo contemporâneo, o que pode auxiliar na superação da extrema, e da pobreza. Em suma, existem falhas de mercado que precisam ser objeto de regulação, tendo em vista a necessidade de incluir nessa dinâmica produtiva pessoas que ainda se encontram à margem do sistema produtivo, marginalizadas.
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