Segue para o senado o texto-base aprovado pela Câmara, o que traz à pauta discussões acerca da possibilidade de se incluir novos pontos à Reforma da Previdência (novos nada, pontos como inclusão de estados/ municípios e o da capitalização). Diante disso, somos levados à constatação de que as decisões políticas levam às implicações diretas na vida dos agentes econômicos (famílias, empresas, governo). A questão da reforma sob a justificativa de superação do déficit público evidência um embate político entre os principais atores sociais brasileiros, e com base na proposta enviada pelo executivo, tenderia a recair sobre os mais vulneráveis a maior parte do sucesso fiscal proposto e defendido. Diante disso, é de extrema necessidade uma discussão democrática acerca do tema, haja vista que a mobilização dos mais “fortes" na discussão, leva às injustiças e ao distânciamento do país do desenvolvimento econômico e social. O desmonte da Seguridade Social brasileira, em essência, represente o rompimento com o Estado brasileiro à luz da Constuição de 1988, já que segue contra a seguridade social, a previdência social e à assistência à saúde. Em suma, é a responsabilidade fiscal em detrimento da responsabilidade social (CF 1988).
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