Tendo em vista as implicações negativas sobre o nível de produção econômica, doméstica e mundial, e o receio quanto ao agravo dessa situação, o presidente dos Estados Unidos da América EUA abandonou seu plano de impor tarifa de 10% sobre o restante das importações chinesas, postergando o início de sua incidência para o dia 15 de dezembro. O mercado reagiu positivamente à notícia, haja vista que tal fato tende a mitigar os efeitos dessa sobretaxa no exercício financeiro corrente, já que poderia ser potencializado, caso começasse a valer a partir do dia 01 de setembro. Segundo o chefe de Estado, "estamos fazendo isso por causa da época do Natal, para o caso de algumas das tarifas terem um impacto sobre os clientes dos EUA” (ação concomitante à implementação de uma política monetária expansionista). De fato, constata-se diariamente que todas as economias do mundo serão afetadas pelo embate que segue em curso e as compras de final de ano possuem papel fundamental no que tange ao consumo, que por ora, determina o nível de produto, podendo assim melhorar os dados financeiros referentes ao ano de 2019.
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