Essa matéria traz alguns exemplos mundo afora de leis de apoio à maternidade e fala como os índices de ansiedade dos pais e da saúde dos filhos são diretamente afetados graças ao apoio que as famílias recebem por lei - ou a ausência dele. Na Suécia, por exemplo, pai e mãe combinados têm direito a 16 meses de licença, e, durante o primeiro ano de vida do bebê, os homens podem tirar 30 dias de folga de sua escolha para acompanhar mãe e filhos no que for necessário. Na Holanda, as recém-mamães recebem uma enfermeira em casa nos primeiros oito dias após o parto para auxiliá-las com o que for preciso - tudo amplamente coberto pelo sistema público de saúde. No Brasil, as mães têm direito a 120 de licença, enquanto os pais recebem apenas cinco dias. As americanas têm resultados bem complicados de saúde devido as leis atuais, mas o cenário também parece estar mudando aos poucos.
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