É notório que o mercado financeiro (no mundo contemporâneo) é globalizado, haja vista a integração existente entre as praças financeiras. O contínuo fluxo de capital entre esses centros, tanto de atração quanto de repulsa de capital, do oriente ao ocidente, visando a maximização do retorno e a minimização dos riscos, segue determinando o aumento de alguns indicadores financeiros e a queda de outros. Diante dessa lógica, determinada em grande parte, pelo fluxo de capital financeiro especulativo, cuja alocação também passa pela decisão do investidor, à luz do tradeoff entre o risco e o retorno. O mercado aberto é caracterizado pelo retorno variável do capital, que de acordo com a composição da carteira de investimentos pode ser otimizada, assegurando retornos e uma postura defensiva diante do risco, com base na análise fundamentalista do ativo, por exemplo, como a valluation. A avaliação de um ativo sob essa metodologia minimiza o risco de exposição no mercado. Nesse sentido, o investidor conservador também pode ingressar com “segurança” e não sofrer a emoção cotidiana do day trade, diante das altas e baixas.
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