Só a luta para garantir nossos direitos. Historicamente as indicações para as instituições federais respeitavam os processos democráticos e autônomos das suas comunidades, ou seja, nas Universidades Federais e CEFET's os professores, gestores e estudantes elegiam dentre algumas opções qual seria o reitor e diretor de suas unidades. O único momento em que isso tinha sido violado, até agora, foi durante a ditadura militar brasileira. O movimento dos estudantes começou justamente pela indicação autoritária do novo diretor pelo governo federal. Sem levar em consideração a opinião da comunidade acadêmica a resposta veio rápida. Não podemos aceitar esse tipo de retrocesso. Os processos democráticos e históricos devem ser sustentados não apenas na retórica, mas também em ações reais, que demonstrem a insatisfação e a sede por política que temos. Toda força ao movimento estudantil secundarista!
0 comments
0 comments