Guerra comercial, mercados financeiros em queda e, em última análise, medo de uma recessão. A combinação desses fatores tem levado investidores ao redor do mundo a tirar seu dinheiro das ações cotadas nas bolsas e a colocá-lo no ouro. O pessimismo e o temor dos investidores, dado o atual panorama econômico mundial (postura de aversão aos riscos), caracterizado pelo avanço das guerras comercial e cambial entre os Estados Unidos e a China e a desaceleração das outras grandes economias como a Inglaterra, a Alemanha e a China tem levado os agentes a criarem uma onda de expectativas para o quadro de lucro, aquém do esperado pelas empresas, o que tem determinado a opção pelo ativo real mais seguro, que no caso em questão, é o ouro. A integração das praças financeiras assegura um fluxo de capital e a comunicação entre elas. É válido ressaltar que as empresas de capital aberto ofertam o seu negócio na Bolsa. Nesse caso, uma perturbação tende a assumir proporções globais, o que potencializa o medo das perdas.
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