Esse triste acontecimento da manhã fluminense ainda repercutirá durante a semana, sobretudo pelas diferentes reações que envolvem o caso. Se de um lado, parte da população vibra com a morte do criminoso (inclusive o Governador Witzel e o Presidente Bolsonaro), outra parcela lamenta o falecimento do bandido. Particularmente, não consigo celebrar uma morte, seja de quem for. Porém, também não direi - a título demagógico - que lamento profundamente o ocorrido. O criminoso sabia - ou pelo menos deveria saber - o risco que estava correndo ao ameaçar vidas alheias e sequestrar um ônibus. Entre salvar vidas de inocentes ou a do suspeito, compreendo a opção da policia. Não penso que faria diferente.
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