A esquerda brasileira tem poucos nomes para 2022. Dos poucos, um deles é Flávio Dino - que, em meu entender, não tem chance de conseguir nenhum resultado expressivo (a não ser que se filie ao PT - Partido dos Trabalhadores). Dino embora muito querido pelo país por toda a esquerda não é capaz de enfrentar a paixão partidária de alguns estabelecidos em sua mesma margem: o petista, por mais que goste do governador maranhense, votará no candidato de seu partido. Mesmo se ele fosse Fernandinho Beira-mar. Rsrs. Nesse sentido, Flávio perderá espaço para pessoas com perfil parecido ideologicamente, mas com apoiadores mais agressivos. Por isso, hoje eu duvido muito que ele teria chance sequer de chegar ao segundo turno. Claro, política é uma caixinha de surpresas e as eleições recentes neste país já demonstraram isso. Cientistas e analistas políticos pagando lingua até hoje são exemplos que não são raros. Todavia, por não gostar do perfil de Flávio Dino, espero não ser mais um. Rsrs
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