Todos estamos cientes que os paradigmas mudam, no tempo e no espaço. No que tange à economia, ou ciência econômica, não seria diferente. A priori, os estudos que norteiam a ciência econômica também seguem em mudança. Em termos práticos, o objeto de estudo dessa ciência baseia-se nos fatos de como a sociedade administra, e aloca, seus recursos escassos (MANKIW, Gregory; 2005), sendo ela subdividida em duas subáreas, a micro e a macroeconomia. Nesse sentido, segundo estudiosos o Capitalismo (modo de produção) como conhecemos está chegando ao fim, já que segue fortemente impactado pelas questões acerca da finitude dos recursos (de fato, os recursos não são infinitos) e das mudanças climáticas. O modelo econômico, cujo berço é o mundo ocidental, segue sim em transformação. Trata-se basicamente de uma questão de sustentabilidade que não deve se limitar aos fatos econômicos. Os agentes econômicos (famílias, empresas, governos) devem ser os principais atores desse processo, haja vista que ora demandam, ora ofertam, em distintos mercados. Mudanças de paradigmas são determinadas por mudanças culturais.
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