Decisão objetiva e absolutamente correta. Embora muitos provavelmente farão disso um ato político, a ordem jurisdicional em tirar de pauta processo que envolve o Procurador Deltan Dallagnol é direta e correta: o membro do ministério Público foi prejudicado com a renúncia de sua defesa, perdendo boa parte do prazo que fora concedido para suas alegações. Agora, com a contratação de nova equipe, nada mais correto e natural que o restabelecimento do prazo para a produção de uma defesa digna e ampla. Isso juridicamente é o que chamamos de respeito ao contraditório e à ampla defesa. Gostei da correção do magistrado, que, mesmo em um palco balançado pelas vozes "políticas", não deixou de agir segundo o mandamento legal e do Estado Democrático de Direito em conceder novo prazo para Dallagnol.
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