Ao compreendermos que nossos pais são essenciais para nossa jornada e evolução, com seus defeitos e qualidades, seremos capazes de deixar o amor fluir livremente em nós. Nossos ancestrais também têm suas limitações, por isso a importância de perdoá-los pelos erros cometidos. Eles exercem o papel, muitas vezes, de mestres do amor e da dor, e só a dor nos impulsiona em sermos pessoas melhores. Exigimos dos nossos pais uma perfeição que não é humana, o que não nos permite evoluir, pois não enxergamos nossas próprias limitações. Quando nós nos curamos, auxiliamos também na cura da nossa ancestralidade. O pai representa o caminho para a vida, ao concordamos com ele, podemos seguir nosso próprio caminho. Já a mãe, é a prosperidade, e ao aceitá-la, temos a possibilidade de desfrutar as bençãos que a vida nos reserva. O exercício proposto ao fim nos ajuda ganhar a força da ancestralidade e perceber o valor deles para que estejamos aqui, vivendo no presente.
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