As decisões autoritárias tomam conta da política mundial. Depois da renuncia de Theresa May devido ao seu fracasso na tentativa de aprovar o Brexit (British Exit), que é nada mais é que a saída do Reino Unido da União Europeia, quem assumiu como novo premiê foi Boris Johnson, também do campo conservador. Com a mudança do primeiro ministro, também muda a tática. Se o desejo da direita e dos conservadores britânicos em geral é a concretização do Brexit, Johnson lançará mão de medidas autoritárias e anti-democráticas para garantir sua aprovação. A ideia é a suspensão do parlamento, com o objetivo de diminuir as pressões do debate em torno da medida. O premier defende que as discussões já vão ter sido realizadas, dessa forma não teria problema a suspensão. Por óbvio, a presença do parlamento oferece novas visões e transparência para o processo, sua suspensão já gera tormento e preocupação na Inglaterra e em toda a Europa.
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