Os dados divulgados ontem, dia 29/08/2019, referentes ao Produto Interno Bruto PIB brasileiro do segundo trimestre de 2019 (alta de 0,40%), apesar de livrarem o país de uma recessão técnica, situação conjuntural de dois trimestres seguidos em recessão, não representam a panaceia que irá alavancar o nível de atividade econômica do Brasil. Incialmente, devemos partir da questão metodológica acerca da mensuração do PIB, que no caso brasileiro, é resultante do somatório, unidades monetárias, das seguintes variáveis em termos agregados: consumo, investimento, gastos do governo (ações de modo a promover o superávit primário/ austeridade fiscal) e exportações liquidas (exportações - importações). Nesse sentido, a redução da taxa de desemprego torna-se de suma importância, haja vista a necessidade de geração de renda, de modo a promover o aumento do nível de consumo e a melhora das expectativas dos investidores, o que tenderia a gerar um efeito multiplicador da renda desejável. É válido ressaltar que a guerra comercial entre as duas maiores potências mundiais, EUA e China, seguem desacelerando o nível de produto mundial, o que implica em prejuízos no mercado externo. Aproveito o ensejo para relembrar a principal justificativa para a aprovação da Reforma Trabalhista em 2017, já que segundo a situação política aumentaria o número de vagas e contratações em nossa economia. Emprego é imprescindível.
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