O “mercado da longevidade” vem ganhando força, desde o ano passado. Grandes empresas como Apple, Amazon, Google, Microsoft e Facebook tiveram 41% do seu faturamento nos Estados Unidos – algo em torno de 150 bilhões de dólares, o equivalente a 600 bi de reais. Isto é, o público acima dos 50 anos anseiam cada vez mais por ferramentas e informações voltadas para um envelhecimento saudável: físico, mental, social e financeiro. Em Londres, em abril do próximo ano, haverá a segunda edição do Longevity Leaders World Congress, evento que reunirá as maiores autoridades mundiais no campo da longevidade, de cientistas a investidores e CEOs de empresas de seguros. Por assim dizer, os organizadores apostam que 2020 será o ano em que a “age tech”.
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