O Budismo estuda as causas da felicidade há 2500 anos, e a entende como uma causa interna, resultante de processos ocorridos no nosso corpo. Como nossos sentimentos e sensações são vibrações transitórias, passamos toda a vida em busca de momentos de felicidade, e é essa a raiz do nosso sofrimento. Na meditação, os budistas percebem que é inútil perseguir os sentimentos todo o tempo, e ao acalmar a mente, ela se preenche de paz e tranquilidade. Para Buda, a chave da felicidade estava em parar de buscar conquistas externas e também sensações internas. É essencial sabermos quem somos de verdade, e quando tentamos alcançar incessantemente algumas sensações, estamos nos aprisionando no sofrimento. O interesse científico nas práticas e meditações budistas está em compreender o conceito de felicidade trazido, que é o mesmo definido pela biologia, mas chega a conclusões diferentes. É uma contradição à cultura moderna, que nos ensina que a felicidade está em ter coisas e ser aprovado por outras pessoas.
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