Lembro do dia, em 2011, que assisti ao piloto da série 3%, disponibilizado na internet com o objetivo de conseguir possíveis produtores e players interessados pelo conteúdo. O piloto ainda não contava com os atores que acabaram ficando com os papéis e tudo era muito diferente da série que conhecemos hoje, mas aquele universo apresentado já foi o suficiente para manter, por muito tempo, o interesse de quem assistiu ao episódio distribuído na internet. Quem viu, sentiu um gostinho e ficou esperando por mais. Passados alguns anos, em 2016, a Netflix anunciou que sua primeira série original brasileira seria o 3%. Demorou, mas o plano funcionou. A produção amadureceu, tomou outras formas, foi exibida no mundo todo e garantiu quatro temporadas no serviço de streaming. A quarta temporada, que ainda não estreou no serviço, vai ser a última da série e deixa a lição de que vale a pena persistir em boas ideias.
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