Sem querer discutir aqui se considero certo ou errado eventual trecho de beijo gay em quadrinhos. O que quero discutir é a necessidade do Estado se intrometer nesse aspecto e escolher ter a suposta responsabilidade de decidir pelas pessoas (familiares das crianças) o que elas podem ou não ver/ler em quadrinhos. Vejam bem: por que a vontade de Crivella (ou qualquer outro chefe do Executivo em qualquer nível federal) tem que prevalecer sobre a vontade das famílias ou do indivíduo? Por que o Estado tem que impor um modelo? Sei que o tema de orientação sexual é delicado, sobretudo quando envolve criança/menores de idade, porém a reflexão proposta diz respeito à atuação estatal. Ela deve existir nesse caso? Ou não seria melhor deixar o Estado cuidar de outras coisas?
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