A temática da desigualdade já produziu, e produz, muita literatura econômica pelo mundo, pois são disparidades que podem ser decorrentes de variáveis como a renda (essa por si só é vista como natural para muitos, mas diante de um contexto de superconcentração de renda e aumento da pobreza, fatos que podem ser constatados a partir da análise do Índice de Gini e do IDH referentes à economia brasileira, por exemplo), de oportunidades e até de gênero (sim, existe diferenciação de salários para mesmo posto de trabalho e na maioria dos segmentos elas ainda são minorias, ou seja, quando falamos em mulher e homem há um longo caminho a percorrermos rumo à maior paridade). Diante dessa realidade, observamos um engajamento cultural que visa as superação desse descompasso histórico, cuja principal implicação é a ineficiência (o App em questão traz eficiência para o mercado de trabalho, inicialmente em termos qualitativos) na alocação de renda no mercado de trabalho. Nesse sentido, podemos citar uma startup que conecta milhares de mulheres que buscam vagas a empresas que querem diversificar quadros (pressão decorrente de uma mudança cultural em curso, de combate ao patriarcalismo, à misoginia e feminicídios).
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