A situação da economia Argentina, nossa vizinha e parceira comercial, segue de mal a pior. Os indicadores econômicos em total desequilíbrio, economia dolarizada, aumento da taxa de pobreza e o nível de endividamento às alturas. No cenário político, assistimos à abertura de vantagem política da oposição, o que coloca em xeque a reeleição de Madri, que era parceiro político do presidente do Brasil Jair Bolsonaro. É notório que as crises econômicas dificilmente são pontuais no mundo contemporâneo, haja vista que quanto maior o grau de abertura econômica, maiores serão as implicações externas à ordem interna das economias, ou seja, crises representam desequilíbrios em termos da economia real e/ ou financeira (mundo dos negócios), logo possuem um efeito que é além das próprias fronteiras. Por exemplo, o Banco Patagônia, que é controlado pelo Banco do Brasil BB (que possui 80% de seu capital) foi afetado pela moratória parcial de Madri, que receberá em atraso mais de 6,180 milhões de reais, ou seja, nem o parceiro Brasil foi poupado dessa situação.
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